Pato-real
© Philippe Paternolli/Getty Image
Urbanamente selvagem
Se você acha que todo pato é igual, o pato‑real discorda com elegância. Ao amanhecer, ele transforma a água parada em vitrine: o macho exibe a cabeça verde brilhante, a fêmea aposta no marrom elegante, tudo refletido na superfície lisa. Versátil por natureza, ele come o que o ambiente oferece: sementes, plantas aquáticas e insetos invisíveis à primeira vista. Mergulha só metade do corpo, como quem sabe exatamente onde está o lanche. Quando chega a primavera, a fêmea bota os ovos em um esconderijo fora da água e logo reaparece conduzindo uma fila de filhotes amarelos pelo mundo líquido.
Essa mistura de beleza e adaptabilidade explica por que essa espécie se espalhou pelo mundo. No Brasil, ele não é nativo, mas aparece em alguns parques e lagoas, trazido de regiões da Europa, da Ásia e da América do Norte. O pato‑real prova que a vida selvagem ainda encontra espaço, mesmo quando a paisagem é feita de cidade, concreto e pressa.
Related Images
Bing Today Images
Um patinho nadando em um lago, Suffolk, Inglaterra
Grupo de lontras-marinhas em Sitka Sound, próximo à Sitka, no Alasca, Estados Unidos
Grou-canadiano no Bosque del Apache National Wildlife Refuge, Novo México, nos Estados Unidos
Cisne-branco na Reserva Natural de Vankenhrst, próximo à Valkenswaard, nos Países Baixos
Castor-americano, Moran, Wyoming, EUA
Pato mandarim, Richmond Park, em Londres, no Reino Unido
Continue a nadar
Red-crowned crane bowing to his mate in Hokkaido, Japan