Chuva de meteoros Perseidas e um antigo pinheiro bristlecone, Parque Nacional Great Basin, Nevada, EUA
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Brilho atemporal
Na imagem, o céu sobre o Parque Nacional Great Basin, em Nevada, nos EUA, ganha vida com as Perseidas — uma das chuvas de meteoros mais esperadas do ano. É nesse cenário de estrelas e silêncio que antigos pinheiros bristlecone, as árvores mais antigas da Terra, testemunham o espetáculo celeste há milênios.
Ativa de meados de julho até o fim de agosto, a chuva atinge seu pico entre as noites de 12 e 13 de agosto. O fenômeno ocorre quando a Terra cruza a trilha de detritos deixada pelo cometa Swift–Tuttle, que passou por aqui pela última vez em 1992. Os meteoros parecem irradiar da constelação de Perseu, o que dá nome ao evento.
Embora as Perseidas sejam mais visíveis no Hemisfério Norte, também é possível avistá-las no norte do Brasil, especialmente em Roraima e no Amapá. Para aproveitar ao máximo, o ideal é estar longe da poluição luminosa — quanto mais escuro o céu, mais intensa a experiência.
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