Fitas do Bonfim em Salvador, Bahia
© Lazyllama/Alam
Tradição, cores e história
Imagine uma explosão de cores, música e alegria em pleno verão baiano. Assim é a Lavagem do Bonfim, celebrada na segunda quinta-feira após o Dia de Reis em Salvador. A tradição começou no século XVIII, quando marinheiros portugueses levaram à cidade uma imagem do Senhor do Bonfim para agradecer por uma travessia segura. Desde então, a celebração se transformou em um encontro que mistura fé, cultura e hospitalidade. O ponto alto é a lavagem das escadarias da Igreja do Bonfim, feita por baianas vestidas de branco, com água de cheiro, cantos e danças. Cortejos, comidas típicas e apresentações culturais completam essa celebração que traduz a essência da Bahia.
Entre os símbolos mais conhecidos estão as fitas do Bonfim, que vemos na imagem de hoje, coloridas e cheias de significado. Cada uma mede 47 centímetros, representando o tamanho do braço direito da imagem do Senhor do Bonfim. A tradição é amarrá-la no pulso ou nos portões da igreja, fazendo três nós, cada um com um pedido. Quando a fita se rompe naturalmente, acredita-se que os desejos serão realizados. Hoje, elas também são lembranças turísticas e acessórios que carregam história e esperança.
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Cratera de Acraman, na Austrália
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