Beija-flores-brilhantes-de-coroa-verde alimentando-se de flores de garra-de-lagosta, Costa Rica

Beija-flores-brilhantes-de-coroa-verde alimentando-se de flores de garra-de-lagosta, Costa Rica

© Paul Hobson/Nature Picture Librar

Um doce intervalo

Se existisse uma escola de acrobacia para aves, o beija-flor daria aula. Encontradas exclusivamente nas Américas, estas pequenas aves pairam no mesmo lugar, voam para trás, freiam de repente e mudam de direção em um piscar de olhos, tudo enquanto batem as asas dezenas de vezes por segundo. Tanta agilidade exige muita energia, e cada flor vira uma parada estratégica para se reabastecer com néctar. E há uma recompensa extra para o jardim: ao visitar várias flores, a ave transporta pólen e ajuda plantas a se reproduzir.

Na imagem, beija-flores-verde-de-coroa-brilhante visitam flores de garra-de-lagosta na Costa Rica. A plumagem verde-esmeralda muda de brilho conforme a luz, enquanto o bico comprido e levemente curvado alcança o néctar escondido no fundo da flor. Nas florestas úmidas, esse encontro acontece em alta velocidade: um gole para a ave, uma carona para o pólen e mais uma flor a caminho da próxima geração.

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