Atol Kauehi, Arquipélago de Tuamotu, Polinésia Francesa
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A vida em tons de turquesa
O Brasil dispensa legenda quando o assunto é variedade de vida. Ainda assim, o Dia Internacional da Diversidade Biológica, em 22 de maio, transforma uma verdade conhecida em alerta global: nossa existência é mais intrincada e mais frágil do que parece. A ONU criou a data porque a conta é simples: menos riqueza significa menos opções no prato, menos descobertas médicas e um clima menos estável.
Em poucos lugares esse equilíbrio é tão claro quanto Kauehi, atol do arquipélago de Tuamotu, na Polinésia Francesa. À primeira vista, é um simples anel de coral. Na prática, é um sistema afinado: recifes protegem o mar aberto, lagoas viram berçário, aves e plantas se ajustam a esse espaço improvável entre céu e mar.
Muito antes do lugar aparecer em mapas, navegadores polinésios já dependiam desse equilíbrio para sobreviver. A lógica não mudou. Do Pacífico à Amazônia, proteger a biodiversidade é proteger histórias, economias e futuros possíveis. O resto é aposta arriscada — e o planeta não costuma tolerar blefes.
Cratera Wolfe Creek, Austrália
Aqueduto de Veluwemeer, na Holanda
Seongsan Ilchulbong, um cone de tufo na Ilha de Jeju, Coreia do Sul
Seven Mile Bridge em Key West, Flórida, nos EUA
Fazendas de terraço Tegallalang em Ubud, na Indonésia
Surfistas pegando ondas na Palm Beach, em Gold Coast, Queensland, na Austrália
Henningsvær Stadium, Norway
Rodovia Trans-Taiga Road, Norte de Quebec, no Canadá