Representação de divindades na tumba de Tutancâmon, Museu Egípcio do Cairo, no Egito
© Stefan Lippmann/Universal Images Group via Getty Image
A tumba de Tutancâmon
Há cem anos, no dia de hoje, o arqueólogo e egiptólogo britânico Howard Carter descobriu o sarcófago de Tutancâmon, no Vale dos Reis do Egito. Apesar de a tumba do “faraó menino” ter sido encontrada no dia 4 de novembro de 1922, Carter e sua equipe levaram anos para escavar completamente o local. O que eles encontraram deslumbrou o mundo: quase 5.400 artefatos, incluindo um caixão de ouro sólido, uma máscara facial, tronos, arco e flecha, trombetas, um cálice de lótus, mobília, comida, vinho, sandálias, biqueira para os dedos dos pés e roupas de baixo de linho. Esse último porque, como recomendam as mães, devemos sempre usar roupas de baixo limpas, mesmo que você esteja cruzando o caminho para a terra dos mortos.
Apesar de Tutancâmon ser considerado um faraó de menor importância pelos historiadores, a descoberta de sua tumba foi uma das mais significativas na história da arqueologia. Seu sítio fúnebre estava extraordinariamente bem preservado – diferentemente dos de seus vizinhos. Ele permaneceu intocado por ladrões de túmulos porque sua entrada esteve coberta por destroços durante a maioria de sua existência. Na década de 1960, o Egito permitiu que os tesouros do faraó menino deixassem o país para serem exibidos e a exposição já rodou o mundo diversas vezes. Hoje, a máscara fúnebre do rei Tutancâmon e seu sarcófago são exibidos no Museu Egípcio do Cairo.
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