Vista noturna da Golfo do México, 362 quilômetros acima da Terra
© Stocktrek Images/Getty Image
Um sucesso estratosférico
O que gases invisíveis, aerossóis antigos e satélites têm em comum? Todos participaram de uma das maiores recuperações ambientais da história. Na imagem de hoje, o Golfo do México, visto do espaço, brilha como um céu estrelado. Mas a verdadeira heroína dessa cena é invisível: a camada de ozônio, um escudo que protege tudo abaixo de si da perigosa radiação ultravioleta do sol.
Nos anos 1980, esse escudo estava se deteriorando rapidamente devido a produtos químicos usados em aerossóis e sistemas de refrigeração. A resposta global veio com o Protocolo de Montreal, em 1987, que eliminou progressivamente essas substâncias. Hoje, satélites mostram que o buraco sobre a Antártida diminuiu, com previsão de recuperação total até meados deste século.
Assim, em 16 de setembro, celebramos o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio — uma homenagem ao que podemos alcançar quando ciência, políticas e vontade humana se unem. Afinal, o que vemos do espaço é a prova de que nenhuma molécula é pequena demais para causar grandes impactos — e de que, com as ações certas, até os danos que não podem ser vistos podem ser revertidos.
Estrelas jovens se formando na Nebulosa da Tarântula, Telescópio Espacial James Webb
Luzes vistas da Estação Espacial Internacional
Terra vista da Estação Espacial Internacional
Aglomerados estelares abertos relativos na Nebulosa Eta Carinae
Pilares da Criação vistos pelo Telescópio Espacial James Webb